Alunos são assim. Alguns não conseguem ter autonomia de vôo, ficam presos em determinado conteúdo por alguma dificuldade de aprendizagem, por preguiça mental que os impede de começar a ler, ou ainda qualquer fator que os tire do foco. Precisam de esforço extra para acharem o "fio da meada" (tanto da parte dos alunos quanto dos professores).
Seria esta empreitada do professor um ato de amor? Profissionalismo, quem sabe?
Sei lá. Só sei que concordo com o autor numa afirmação:
"Uma andorinha caída é uma andorinha por reanimar, ponto final."
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