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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Melhor vídeo do ano.



É isso aí. As crianças são muito sensíveis ao que vivemos e aprendem MESMO!!! Quer educar? Viva o que ensina.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Desenhar faz bem!



Se soubéssemos quão importante é o desenho no desenvolvimento de uma criança, com certeza não pouparíamos esforços para oportunizar momentos "artísticos" às nossas crianças.
O desenho permite momentos de prazer à criança nos quais ela se projeta, revelando muitas vezes seu estado de espírito; além de desenvolver a musculatura fina, proporcionando maior destreza e uma letra melhor definida posteriormente. Esses são apenas alguns benefícios que o desenhar proporciona, portanto, vamos deixar nossos pequenos desenharem! E os grandes também. Porque não?

quinta-feira, 24 de junho de 2010

"Diário de Escola" - Daniel Pennac

Como diz Daniel Pennac em sua brilhante metáfora de seu livro "Diário de Escola", alunos são como uma revoada de andorinhas. Algumas chocam-se em obstáculos aparentemente visíveis até demais e caem grogues no chão, quando não morrem. Precisam de alguém que as reanime e solte-as para que, em seguida, juntem-se ao bando.
Alunos são assim. Alguns não conseguem ter autonomia de vôo, ficam presos em determinado conteúdo por alguma dificuldade de aprendizagem, por preguiça mental que os impede de começar a ler, ou ainda qualquer fator que os tire do foco. Precisam de esforço extra para acharem o "fio da meada" (tanto da parte dos alunos quanto dos professores).
Seria esta empreitada do professor um ato de amor? Profissionalismo, quem sabe?
Sei lá. Só sei que concordo com o autor numa afirmação:
"Uma andorinha caída é uma andorinha por reanimar, ponto final."
A cada dia uma pedreira...

Após uma revisão de arredondamento, um aluno pergunta: "Professora, tem que fazer conta?". A professora inspira paciência extra e responde: "Não. É só localizar a centena mais próxima. Vamos lá, qual o número que está na casa da centena?" Silêncio como resposta. "..." Insistindo, movida por uma esperança inabalável a professora pergunta: "Vamos lembrar o quadro de valores. Quais as casinhas?" (A essa altura o vocabulário matemático não pode ser coerente com o 5° ano), o aluno, esforçando-se responde: "Centena, dezena e unidade"; "Muito bem! Então, qual a casa da centena?" Infelizmente ele ainda responde incorretamente. Mesmo assim, há esperanças. A professora lembra-lhe o material dourado, quantas unidades há em cada peça e lhe explica (novamente) o conceito de valor relativo. "Agora sim, vamos lá. Qual o número que está na casinha das centenas? Então o aluno responde corretamente. Vitória! "Muito bem, vamos ver se conseguimos agora... O 1.233 está mais próximo do 1.200 ou do 1.300?" Ao que o aluno responde " Do 1.200". Aleluia!!! A professora fica feliz em ver que seu esforço não foi em vão...
O aluno já estava quase em seu lugar, quando vira-se e novamente lhe pergunta: "Professora, é prá fazer conta?"

O episódio aconteceu ontem comigo... Não resisti em postar aqui...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Obra prima Mousse de Maracujá

Nem acredito que fui eu quem fiz!

Não ficou linda? O mais surpreendente é que também ficou gostosa!
Bem, como não gosto de monopolizar, aí vai:


Bolo Musse de Maracujá

Rendimento: 20 porções
Tempo de preparo: 1 hora (mais 12 horas de geladeira)


Massa:
  • 2 xíc de chá de farinha de trigo
  • 2 colheres de chá de fermento em pó
  • 5 ovos médios
  • 2 xíc de chá de açúcar
  • 1 xíc de chá de leite fervente
  • 1 colher de sopa de manteiga
Recheio:
  • 1 lata de leite condensado
  • 1 caixinha de creme de leite
  • 200 ml de suco de maracujá concentrado
Cobertura:
  • 2 e 1/2 xíc de chá de água
  • 1 xíc de chá de água
  • 5 gotas de essência de baunilha
  • 3 claras médias
  • 1/2 xíc de chá de polpa de maracujá com sementes
Modo de preparo:
Massa:
Ligue o forno à temperatura média. Peneire numa tigela a farinha de trigo com o fermento em pó. Bata as claras na batedeira em velocidade alta até obter picos firmes. Sem parar de bater, junte as gemas, uma a uma e, aos poucos, o açúcar. Continue a bater até obter um creme leve. Desligue a batedeira e adicione, aos poucos os ingredientes secos peneirados, alternando com o leite. Mexa cuidadosamente com uma espátula sem bater, até a massa ficar homogênea. Unte uma fôrma de 30 cm de diâmetro com a manteiga e enfarinhe. Despeje a massa e leve ao forno por 35 min., ou até o momento em que enfiando um palito este saia limpo. Retire do forno de desenforme.

Recheio:
Bata no liquidificador o leite condensado, o suco concentrado e o creme de leite. Despeje num recipiente e cubra com filme plástico, levando à geladeira por 3 horas.

Cobertura:
Numa panela coloque 2 xic de chá de açúcar, a água e a essência de baunilha e misture até o açúcar dissolver. Leve ao fogo e cozinhe, sem mexer, por 22 minutos, ou até obter uma calda em ponto de fio grosso. Retire do fogo. Enquanto isso bata as claras na batedeira em velocidade máxima por 3 minutos ou até obter picos firmes. Sem parar de bater, despeje lentamente a calda fervente. Continue a bater até obter um marshmallow. Numa panela cozinhe a polpa de maracujá e o açúcar restante, mexendo de vez em quando até obter uma calda encorpada. Deixe esfriar. Corte o bolo ao meio, coloque metade num prato grande e recheie com a musse; cubra com a outra metade. Espalhe o marshmallow e regue com a calda de maracujá. Sirva gelado e contenha a vontade de sentir o azedinho no docinho do marshmallow...

Bom apetite à todos!

domingo, 20 de junho de 2010

Quanta poeira...

Caramba... Fiz este bloguinho só de brincadeira, mas levaram tão a sério que ele ainda sobrevive...
Bem, gostaria de me dedicar mais a isso, porém a correria do dia a dia me suga sempre. Estou aqui digitando de teimosa. Tenho que preparar aula para amanhã ainda e isso demanda tempo também... Ô tempo!!! Se alguém pudesse comprá-lo... Bem na verdade em meu curto entendimento (que me gera uma longa eternidade) ele já foi comprado prá mim, pois creio que uma eternidade atemporal seja uma realidade. A vida é dura, curta e incerta e se a minha esperança etivesse só neste mundo tenho certeza de que não seria tão feliz...Gostaria de fazer o tempo parar hoje, pois foi um dia muito feliz.Uma daquelas gentilezas que Deus nos dá em meio à rotina louca que temos. Aniversário de meu pai que sabe viver a vida e tirar dela o que há de melhor: a simplicidade. Quero ser como ele quando crescer!

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